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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

O PROTETOR

Mal Equalizado...

Antoine Fuqua e Denzel Washington retornam a parceria de "Um dia de Treinamento" que diga-se de passagem é um puta filmaço, então as expectativa eram enormes, e se "O Protetor" não chega a decepcionar, também está há anos luz desse grande filme.
O Filme é baseado na série dos anos 80 chamado "Equalizer"e Denzel é Robert McCall, um homem misterioso que acaba confrontando a máfia russa quando a jovem  Teri (Chloë Grace Moretz de "Se eu Ficar" e a refilmagem de "Carrie - A Estranha") que é forçada por eles a se prostituir é deixada entre a vida e a morte depois de se recusar a atender um cliente.
Primeiro ele tenta negociar a sua libertação, mas com a negativa dos mafiosos, Robert que é um ex-agente americano com grandes habilidades decide fazer justiça com as próprias mãos. A Sequência é magistralmente dirigida e orquestrada, o que nos dá esperança de que um filme acima da média está por vir.



Para confrontá-lo e limpar toda a sujeira, a máfia russa envia o frio e meticuloso Teddy (Marton Csokas de Noé"). Começa então o grande e velho embate entre o bem e o mal. 
De um lado o herói solitário cheio de habilidades e capaz de enfrentar todo um exército sozinho e do outro o vilão frio e impiedoso, capaz de tirar a vida de pessoas inocentes e próximas ao herói apenas para confrontá-lo.

Apesar da atuação sempre segura de Denzel, filme se perde nos velhos clichês dos filmes de ação. 
O personagem de Denzel até lembra um pouco Creasy, o seu personagem em "Chamas da Vingança", filme com outro grande ex parceiro, o falecido diretor Tony Scott.
O roteiro ficou a cargo de Richard Wenk de "Os Mercenários 2" e "3", e "16 quadras" e outros filmes desacerbados de ação, então não muito o que esperar...

Apesar disso o final liderou as bilheterias americanas.
No final "O Protetor" é apenas um passatempo sem grandes pretensões e se você for ao cinema sem saber que essa dupla já foi responsável por um "Dia de Treinamento" você pode até se divertir...





O PROTETOR
Direção: Antoine Fuqua
Roteiro: Richard Wenk (roteiro), Michael Sloan ( Richard 
Lindheim 
Elenco: Denzel Washington, Chloë Grace Moretz, Melissa Leo, Dan Bilzerian, Marton Csokas, Bill Pullman, Haley Bennett, Vladimir Kulich

Roteiro: Richard Wenk
Gênero: Ação/Suspense
Origem: Estados Unidos
Duração: 128 minutos


NOTA : 7,0






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domingo, 28 de abril de 2013

ALVO DUPLO

Ação retrô...

 Stallone segue sua incansável busca de resgatar o cinema de ação dos anos 80. Depois das continuações de "Rocky" e "Rambo" e da "jogada de mestre" de "Os Mercenários 1 e 2" quando reuniu os grandes astros de ação dos anos 80 e 90 mais os astros de ação da atualidade, numa grande jogada de marketing, agora é a vez de "Alvo Duplo"  , baseada no HQ Francês e que nada tem a ver com o "Alvo duplo" dirigido por John Woo (1986).
 Stallone é  Jimmy Bobo, um assassino profissional  que apesar da sua duvidosa escolha "profissional"  mantém alguns princípios:  nada de mulheres ou crianças, apenas policiais corruptos, assassinos e outra escórias da sociedade.
Depois de completar mais uma de suas missões ele cai numa emboscada e seu parceiro acaba morto.







Com seu parceiro morto ele decide investigar quem foi o responsável pela emboscada.
Do outro lado da lei está o detetive de Taylor Kwon (Sung Kang de "Ninja Assassino" e "Velozes & Furiosos 5") um policial que está investigando o mesmo caso e depois de também cair numa emboscada ele decide se unir a Jimmy para caçar os culpados.Taylor aposta na tecnologia e nas suas técnicas de policial para resolver o caso, já Jimmy aposta nos seus músculos e nos seus métodos nada ortodoxos.

O que vem pela frente é totalmente previsível. O roteiro como a maioria dos filmes de ação nos anos 80 aposta em soluções fáceis, reviravoltas previsíveis e todos os clichês do gênero, como a luta corporal no final entre o mocinho e o vilão (lembrando a cena de Van Damme e Stallone em "Os Mercenários 2"), a mocinha sequestrada e sendo resgatada no final , tudo isso recheado como muitos socos, tiros e explosões.




Stallone apesar da idade mostra ainda que ainda está em boa forma, já ao seu parceiro Sung Kang  falta carisma.
A direção ficou a cargo de Walter Hill , velho conhecido do gênero de ação dos anos 80 ("48 Horas" e "Inferno Vermelho").
De resto, nada de Novo. Apenas o velho tentando voltar ao topo...






Alvo Duplo (2012)
Bullet to the Head

Elenco: Sylvester Stallone, Jason Momoa, Christian Slater, Sung Kang, Sarah Shahi, Adewale Akinnuoye-Agbaje, Jon Seda, Holt McCallany, Brian Van Holt.
Direção: Walter Hill
Gênero: Ação
Duração: 91 min.
Distribuidora: Imagem Filmes
Orçamento: US$ 55 milhões


NOTA:5,5


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domingo, 3 de fevereiro de 2013

DJANGO LIVRE - PARTE II

Quentin Tarantino  nunca escondeu ser um grande fã dos westerns. De Sam Packinpah a Sérgio Leone , Quentin Tarantino sempre externou, seja em suas entrevistas ou  em algumas cenas de seus filmes que esse sempre foi um de seus estilos prediletos, principalmente o que convencionou-se a chamar de Western Spaghetti que são os westerns feitos por diretores italianos que tem entre os seus principais representantes o já citado Sérgio Leone, Sérgio Corbucci, entre outros.

Em "Kill BIll Vol.1 e Vol. 2" vimos uma prévia do que viria e em "Django Livre" a homenagem se consolida.
O Filme originalmente se chamaria "The Angel, the Bad and the Wise" em homenagem a Sérgio leone, mas acabou se chamando mesmo "Django Livre" que nada tem a ver com " Django" (1966) de Sérgio Corbucci, aquele "herói" que saía arrastando um caixão, estrelado por Franco Nero (que faz uma pequena participação no filme).



O Django que dá nome ao filme é negro (Influência do Blaxplotation - movimento do cinema negro americano nos anos 70 -  outra grande influência do diretor) e escravo. Ao ser levado com outros escravos, ele é recrutado por Dr. King Schultz ( o fantástico Christoph Waltz que já trabalho com QT em "Bastardos Inglórios", vencedor do Globo de Ouro de ator Coadjuvante desse ano), um caçador alemão de recompensa que procura 3 homens que no passado torturaram e sequestraram a mulher de Django, Broomhilda (Kerry Washington) uma escrava negra que fala alemão.

Schultz promete que assim que pegar os homens que procura dará a liberdade a Django que vê a chance de se tornar um homem livre e de quebra se vingar dos algozes de sua mulher . Surge então uma inusitada dupla que só poderia surgir no mundo de Quentin Tarantino.
Após a vingança é hora de ir atrás da amada de Django que foi comprada por Calvin Candie (Leonardo DiCaprio - Muito bom),  dono da fazenda "Candyland",e fã fervoroso da luta entre escravos até a morte.



Todos os elementos  que fizeram Tarantino ser a referência que é hoje em dia estão lá: Personagens cativantes e excêntricos vociferando alguns dos melhores diálogos do diretor e a ótima trilha sonora que passeia do velho oeste ao hip-hop contemporâneo e claro a violência sem cerimônia.
Como sempre não há mocinhos nos seus filmes, mas anti-heróis e Jammie Foxx cumpre bem o seu papel e nesse em particular destaque para os 2 vilões Espetaculares protagonizados por Leonardo de Caprio e Samuel L. Jackson.


Mas há algo de incomodo no reino de Django Livre.
Algumas cenas  tornaram-se demasiadamente longas e cansativas. A piada sobre a Klu Kulx Kan e suas mascaras ou a escrava contestando a maneira como se dirigir a Django chegam a  ser constrangedoras.
O final também apesar da fantástica cena do jantar também se torna demasiadamente longa.
Até a violência em algumas cenas como a da luta de mandigos soaram um pouco gratuitas.

"Django Livre" está longe de ser um filme ruim, é apenas um filme irregular que não faz jus a maioria dos clássicos de Tarantino, principalmente em comparação ao último "Bastarados Inglórios".
Pra completar fui forçado a ver o filme dublado pois só tinha legendado para as 23 h. fazer o quê?
 A vida não é perfeita, Tarantino também não...














Django Livre
(Django Unchained, 2013 / EUA)
Direção: Quentin Tarantino
Roteiro: Quentin Tarantino
Com: Jamie Foxx, Christoph Waltz, Leonardo DiCaprio,
Samuel L. Jackson, Dennis Christopher, Kerry Washington
 e Franco Nero
Duração: 165 min

NOTA: 7,0





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DJANGO LIVRE - PARTE I

Assim como Tarantino fez com Kill Bill dividindo em 2 volumes, assim faremos com a crítica do novo Filme de Quentin Tarantino : Django Livre.
Nessa primeira parte vamos mostrar a crítica do amigo de longa data do CINEMOVIES: Rennan Rebello.

Django Livre Por Renna Rebello.

Não sou ufanista com filmes, às vezes sou até ácido em demasia, mas DJANGO UNCHAINED para mim, foi tão CLÁSSICO como foi BASTERDS INGLORIUS (que demorou a ser concebido e quando foi lançado, o Tarantino nos enviou um recado via Aldo Raines: "ACHO QUE ESSA É A MINHA MELHOR OBRA PRIMA") e Django como Basterds têm uma pegada épica (diferente dos épicos por ao mesmo tempo ser contemporâneo com ode a cultura pop de cada dia). 


Lembrai-vos que o Tarantino vem tentando fazer essa "pegada" desde KILL BILL (que foi repartido devido a fins comerciais) mas enfim, o que assisti hoje carimba o filme como um CLÁSSICO ao meu ver. Diálogos, reviravoltas, roteiros e edição: fizeram o filme longo e denso passar de forma ligeira sem perder o fôlego ao contrário como foi DEATH PROOF (gostei! Mas não está longe de ser um dos melhores). 

Tarantino é o meu cineasta favorito (não por eu achá-lo o melhor de todos mas sim por ele fazer tudo praticamente o que gosto: colagens com insights) O meu filme favorito do Quentin é PULP FICTION apesar de curtir todos embora ache que este será seu eterno cartão de visitas. Olha! Entre BASTERDS e DJANGO, ainda fico com o primeiro citado (assisti duas vezes no cinema no mesmo dia, inclusive) mas DJANGO achei clássicaço!

Assim como curti o ROBIN HOOD do Ridley Scott (mas aí já é um outro papo). Enfim, muitas pessoas que não curtiam QT deram o braço a torcer nos seus dois últimos filmes, isso mostra a versatilidade do cabeçudo que começou fazendo um universo único de RESERVOIR DOGS-KILL BILL (talvez assistindo nessa ordem muitos que não gostaram de seus trabalhos anteriores possam vir a curtir e também observando, os personagens invisíveis que há entre os filmes) com exceção de JACKIE BROWN, isso mostra que o QT se reinventou, mas sem deixar seu jeito de fazer cinema de lado e a cada película há mais entrelinhas, e isso curto bastante. Em síntese: Esse filme foi um show de rock n´roll pra mim. 


O Tarantino parece que pegou gosto pelos filmes extensos e mesmo consegue exibi-los numa boa assim como fez o Nolan na saga Batman mas o diferencial do Quentin Tarantino é fazer algo de época como se fosse algo atual até as críticas nas entrelinhas e referências a cultura pop que nesse caso ficou por conta da literatura vide a citação ao Dumas sem contar os fragmentos que houve e que o Tarantino já fizera em outrora como citações bíblicas como fizeste em Pulp Fiction dentre diversas outras coisas e nesse caso acho que ele inovou em pouca ação gestual para potecializar a verbal! Pra mim? Um CLÁSSICO!



 Ainda sobre a blaxploitation abordada no filme esqueci-me de mencionar acima que houve um quê de Jackie Brown, porém bem mais pontecializado e o personagem do Samuel L. Jackson, o Stephen fez a meu ver parecer que ele foi um ascendente de outro que ele fez o Ordell além de ter me lembrado o pianista Rufus de “Kill Bill” também apesar de quase imperceptível foi um personagem de presença na saga Tarantino.  Ah! Vale destacar que o Quentin Tarantino provavelmente se inspirou nesse filme: http://www.nextmovie.com/blog/is-mandingo-fighting-a-real-thing/ para abordar sobre a fictícia ou hipotética luta dos Mandigos.


Django Livre (Django Unchained, 2013 / EUA)
Direção: Quentin Tarantino
Roteiro: Quentin Tarantino
Com: Jamie Foxx, Christoph Waltz, Leonardo DiCaprio, Samuel L. Jackson, 
Dennis Christopher, Kerry Washington
 e Franco Nero
Duração: 165 min


Rennan Rebello
twitter.com/rennanrebello
youtube.com/rennanrebello








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domingo, 23 de setembro de 2012

OS MERCENÁRIOS 2

Mais ação e mais humor...

Os senhores da destruição estão de volta e dessa vez com novos convidados que não estiveram presentes na "primeira festa". Do primeiro filme ainda estão lá: Sylvester Stallone, Jason Statham, Bruce Willis, Terry Crews, Jet Li, e juntaram-se a trupe Scott Adkins, Arnold Schwarzenegger e Chuck Norris e Jean-Claude Van Damme, que segundo Stallone não quis participar do primeiro filme porque apanhava de Jet Li, mas no fundo pareceu apenas uma jogada de marketing já que o belga está nesse segundo filme. A última vez que um filme de Van Damme foi para os cinemas aqui no brasil foi em 2001 com "Replicante".
Se em "Os Mercenários" escrito e dirigido pelo próprio Sylvester Stallone o filme procurava se levar a sério demais apesar das inverossímeis cenas de ação, em "Mercenários 2" o clima está mais para uma velha reunião de amigos, tirando sarro um dos outros e fazendo o que sabem de melhor: destruir tudo e todos que encontram pela frente

O Grupo de Mercenários liderado por Barney Ross (Stallone)  depois de um missão de resgate precisam pagar uma dívida com Church (Bruce Willis) e são enviados a uma missão onde terão que combater um vilão, Vilain (Jean Claude Van-Damme) que está atrás de uma grande quantidade de plutônio e poderá causar uma grande guerra nuclear.




A idade dos personagens que poderia ser o calcanhar de Aquiles em qualquer filme de ação se torna o trunfo de "Os Mercenários 2" rendendo boas piadas além da carreira dos próprios atores.
Schwarzenegger com seu famoso "I´I be Back" e piadas como "Estamos velhos demais, deveríamos estar num museu", ou  "Eu prefiro comida italiana" (referência ao "filme pornô" do início de carreira de  Stallone "Garanhão Italiano"), além dos personagens mais novos tirarem sarro a todo momento das suas vantagens físicas sobre eles.

Mas com certeza  a melhor delas é na aparição apoteótica de Chuck Norris citando mais um dos "Chuck Norris Facts".
Apesar do filme não ser assumidamente uma comédia apesar do tom irônico, confesso que em poucos filmes  vi o cinema rir tanto.

O Roteiro ficou a cargo de Richard Wenk e do próprio Stallone. A Direção ficou a cargo de Simon West que sempre teve como sua característica filmes desacerbados de ação como "Con Air - A rota da fuga" , "A Filha do General" e "Tomb Raider" então, não poderíamos esperar algo diferente.





Então essa é a dica pra quem vai assistir o filme: Não espere um roteiro, nem atuações fantásticas.
Vá preparado pra rir bastante, e embarcar num túnel do tempo com um parada nos anos 80, onde foi construída a maioria da carreiras dos atores.
"Mercenários 3" já foi prometido com participações de Steven Seagal, Nicolas Cage e Clint Eastwood...








The Expendables 2
(Os Mercenários 2) 
EUA , 2012 - 103 min.
Ação / Comédia
Direção: Simon West
Roteiro: Richard Wenk, Sylvester Stallone
Elenco: Sylvester Stallone, Jason Statham, Jean-Claude Van Damme, Bruce Willis, Arnold Schwarzenegger, Chuck Norris, Terry Crews, Jet Li, Randy Couture, Liam Hemsworth, Scott Adkins, Nan Yu

NOTA: 6,5





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sábado, 25 de agosto de 2012

BATMAN - O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE

Conclusão Épica...

Nolan é o cara!!!
Ele conseguiu nessa trilogia quebrar três paradigmas.  Primeiro: Em "Batman Begins" ele provou sim, que era possível fazer uma adaptação para o cinema de um herói dos quadrinho com qualidade, fazendo um filme que agradou em cheio, os fãs , a crítica e a bilheteria.
Segundo: "Raramente uma continuação consegue ser melhor que o original". São raras as exceções como "O Poderoso Chefão" por exemplo.
Em "Batman - O Cavaleiros das Trevas" Nolan nos deu um filme fantástico, que a medida que o tempo passava o filme ia nos levando por um caminho jamais visto na história em nenhuma adaptação.
A cada momento que acreditávamos que ele tinha chegado no seu ponto alto ele nos levava a outro maior ainda, deixando todos os fãs com a mesma sensação de "Esse é a melhor adaptação dos quadrinhos de todo os tempos.

E por último claro "O último filme da Trilogia sempre deixa a desejar e não chegará nem perto dos outros".
São inúmeros os casos decepcionantes como "Matrix", "Homem -Aranha", entre outros e tem  claro, suas exceções como "Senhor dos Anéis", mas estamos falando de Nolan certo? E dele não poderíamos esperar nada menos do que épico...



Oito anos se passaram desde "O Cavaleiros das Trevas". 
Depois de Batman levar a culpa pela morte e pelos crimes de Harvey Dent (Aaron Eckart) que se tornou o duas caras, e se culpando pela morte de Rachel DawesBruce Wayne decide se afastar de todos, vivendo isolado em sua mansão, se tornando quase uma lenda urbana em Gotham.

Mas uma ladra, Selina Kyle (Anne Hathaway) faz com que Bruce Wayne saia do seu longo período de reclusão, após roubar um colar de valor sentimental para Bruce. Como se isso não bastasse ela rouba suas digitais.
 Além disso uma ameaça maior se aproxima de Gotham: Bane (Tom Hardy) que tem em mente um plano que pode devastar Gotham de uma vez por todas.






Batman irá enfrentar o maior de todos os seus pesadelos, além de reencontrar antigos inimigos, fincando de maneira inteligente a história a outros episódios da franquia.
A história foi baseada na famosa série dos quadrinhos "The Nightfall de 1993, quando Bane deixa o herói mascarado na cadeira de rodas e em "Dark Night Returns" de 1987 e "Terra de Ninguém" de 1999.

"O Cavaleiros das Trevas Ressurge" é a conclusão épica dessa fantástica trilogia que foi magistralmente orquestrada por Christopher Nolan que elevou o homem Morcego a um patamar inimaginável, e que apesar de já ter anunciado que essa foi sua última incursão com o herói mascarado , nos deixa um gostinho de até logo e com a sensação de aplaudir de pé essa trilogia que já entrou para a história com uma das mais fantásticas do cinema.




Diretor: Christopher Nolan
Elenco: Christian Bale, Gary Oldman, Morgan Freeman, Michael Caine, Anne Hathaway, Joseph Gordon-Levitt, Liam Neeson, Tom Hardy, Cilliam Murphy, Marion Cotillard, Maggie Gyllenhaal
Produção: Christopher Nolan, Charles Roven, Emma Thomas
Roteiro: Christopher Nolan, Jonathan Nolan
Fotografia: Wally Pfister
Trilha Sonora: Hans Zimmer
Duração: 165 min.
Ano: 2012
País: EUA, Reino Unido
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Warner Bros.
Estúdio: DC Entertainment / Legendary Pictures / Syncopy / Warner Bros.
Classificação: 12 anos


NOTA: 10




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domingo, 19 de agosto de 2012

BATMAN - O CAVALEIRO DAS TREVAS

O Mundo fantástico de Nolan...

No cinema existe uma máxima que diz de que raramente uma continuação consegue superar a original. Bom, Nolan     com certeza não levou isso em consideração na segunda parte da Trilogia do Homem Morcego: O Cavaleiro das Trevas.
Depois de enfrentar a liga das Sombras em Batman Begins, é a hora de enfrentar o Coringa (Heath Ledger numa fantástica atuação).
Confesso que torci o nariz ao saber que ele seria o vilão, e fui um dos milhões de fãs que saíram do cinema boquiabertos e fascinados.
Enquanto o filme estava sendo finalizado aconteceu a tragédia em que Heath Ledger teria  ingerido por acidente uma alta quantidade de remédios prescritos o que resultou na sua morte.
Sua atuação acabou resultando numa merecida premiação póstuma de melhor ator coadjuvante.



Gotham respira "ares" mas tranquilos, graças a Batman e a chegada do seu novo promotor público Harvey Dent (Aaron Eckart) , mas o coringa se encarregará de trazer  o caos novamente.
Após assaltar um banco da máfia num plano engenhoso, o coringa oferece um acordo aos mafiosos: matar Batman e ficar com metade do dinheiro.

Mas isso é só o começo. O coringa diz que se Batman não revelar sua verdadeira identidade irá matar uma pessoa por dia em Gotham evocando o lado "humano" de Batman e jogando a sociedade contra ele, e a cada novo plano do coringa , se esconde por trás um outro ainda mais mortal.



Em "Batman - Cavaleiro das Trevas" as cenas de ação estão bem mais arquitetadas e o roteiro uma verdadeira montanha russa. Quando você acha que o filme chegou ao seu clímax, somos jogados em um novo turbilhão de emoções e levados a um novo ápice.

O roteiro ficou a  cargo de Christopher Nolan e de seu Irmão Jonathan Nolan com história de David S, Goyer - roteirista do anterior e de "Dark Knigth Rises".A Direção de Nolan é um show a parte entrando de vez para os hall dos grandes diretores do cinema americano. E quando você acha que ele chegou ao ápice da sua criatividade com os 2 Batman´s e "O Grande Truque" ele nos dá a obra prima "A Origem".

Mas apesar de todos os destaques desse grandioso filme, com certeza a mais surpreendente de todas é a atuação de Heath Ledger que se não fosse pela tragédia que o acometeu seria catapultado ao patamar de grande estrela de Hollywood.



Depois da morte do Ledger ressurgiu as conversas sobre a maldição do personagem.
Segundo Ledger no final das filmagens ele só conseguia dormir 2 horas por noite e precisava de remédios para dormir. Jack Nicholson também se queixou de problemas durantes as filmagens com Tim Burton e que em uma conversa com Ledger ele teria avisado sobre a complexidade e a carga emocional exigida pelo personagem e que teria feito terapia após o fim das filmagens e quando saiu a notícia da morte de Ledger suas palavras foram: "Eu avisei".

Para completar recentemente no pré-estréia de " "Dark Knigth Rises" um homem entrou no cinema atirando dizendo que era o Coringa, matando 12 pessoas. Além de um reverendo que disse que Ledger estava possuído durante as filmagens.
Independe das polêmicas, não há como ficar indiferente a esse filmaço que Nolan com seu inegável talento simplesmente tornou em  um dos melhores filmes de super-herói de todos os tempos...



Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge. ( Batman The Dark Knight Rises.)
Warner. EUA, 2012.
Duração: 164 min.
Direção de Christopher Nolan.
Com Christian Bale, Michael Caine, Morgan Freeman, Marion Cotillard, Tom Hardy, Gary Oldman, Joseph Gordon –Levitt, Anne Hathaway, Matthew Modine, Ben Mendelsohn, Daniel Sunjata, Liam Neeson, Cillian Murphy, Tom Conti.





N0TA: 9,0




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CINEMOVIES: O CINEMA EM SUA TELA!!!