terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

127 HORAS


No meio do caminho havia uma pedra...

É engraçado como a vida só toma "forma" , beleza e importância quando nos aproximamos da morte ou quando perdemos tudo que tínhamos, é aí que percebemos como ela é injusta, ou como nós fomos injustos...
As coisas mais simples tomam uma proporção gigantesca e palavras que com um tempo foram "pintadas" com tons de banalidade como  "eu te amo", tomam proporções reais, como a própria vida.
É aí que você percebe que deveria ter dito coisas que preferiu guardar. Que deveria ter dito eu te amo para as pessoas que realmente se importavam com você, e que deveria ter vivido coisas que sempre deixou para o amanhã, mesmo sabendo que ele é incerto.
E é exatamente isso que Aaron Ralston (James Franco numa atuação surpreendente)  irá viver, numa história que por si só já seria fascinante o suficiente pra prender nossa atenção e que toma proporções assustadoras quando sabemos que se trata de uma história baseada em fatos reais...



Aaron Ralston é um jovem alpinista de bem com a vida e aventureiro que decide explorar as montanhas no deserto do Grand Canyon (a sua segunda casa segundo ele próprio)  em Utah, nos Estados Unidos quando acaba sofrendo um acidente, caindo em uma fenda  e ficando com seu braço preso a uma pedra e  vivendo as piores e mais longas 127 horas de sua vida, tendo em mãos apenas seus equipamentos, pouca comida  e 400 ml de água.
Sem contar com pessoas que soubessem do seu paradeiro ou que pudessem ouvi-lo e lhe resgatar, só lhe restou lutar pela sua própria vida. Preso a lembranças Aaron tenta superar a dor, o frio e a solidão e principalmente a vontade de desistir.



Aquela pedra representa tudo que foi deixado para trás por ele sem ter sido dado o devido valor: a família, os amigos, o emprego, a infância.
O próprio Aaron num momento do filme relata que tudo que ele fez foi seguir a sua vida de maneira desgovernada até o dia que encontraria aquela pedra que por sua vez também fez o mesmo...

Ele então decide registrar em vídeo o que acredita ser seus últimos momentos de vida, é aí que vem os momentos mais emocionantes do filme.
Aaron prova dos sentimentos e desejos dos mais simples aos mais inusitados fundindo em sua mente sonhos e realidade numa tentativa desesperada de resgatar seu passado.


O Diretor Inglês Danny Boyle (de Trainspotting , Quem quer ser um milionário) mostra mais uma vez ser um diretor versátil, conseguindo fazer do que poderia ser um filme monótono e chato por ter na sua maior parte um personagem e uma locação num filme instigante e bem original, fazendo muitas vezes com que quem esteja assistindo se sinta dentro do filme, sentindo a dor e a angústia do Aaron, o que torna o filme mais visceral.

Mas com certeza os méritos vão na sua maioria para o ator James Franco (de Homem Aranha) na melhor interpretação de sua carreira. Confesso que sempre o achei um péssimo ator.
James Franco leva o filme nas costas numa atuação fabulosa, inesperada e surpreendente se saindo bem tanto nas partes dramáticas quanto nas cômicas.
Em uma de suas entrevistas ele conta que assistiu ao videos gravados pelo verdadeiro Aaron (que aparece no final do filme) o que o ajudou bastante na composição do personagem.


O Filme causou polêmica com a cena em que Aaron tem que amputar o próprio braço para se livar da rocha, segundo notícias algumas pessoas teriam passado mal e desmaiado com a cena.
Polêmicas a parte o  único ponto negativo vai pra edição em alguns momentos lembra um vídeo-clip, talvez feito dessa maneira para quebrar a monotonia mas que acabou se tornando irritante.

O Filme foi indicado ao oscar em 6 categorias: Melhor Filme, Melhor Ator para James Franco, Edição, Trilha Sonora Original, Canção Original e melhor roteiro adaptado.
Esse foi 127 Horas, uma jornada extraordinária,  claustrofóbica e fascinante aos desejos e medos de um ser humano.









127 HORAS (127 Hours)
Diretor: Danny Boyle
Elenco: James Franco, Lizzy Caplan, Kate Mara, Amber Tamblyn, Kate Burton, Darin Southam.
Produção: Danny Boyle, Christian Colson, John Smithson
Roteiro: Danny Boyle, Simon Beaufoy
Fotografia: Enrique Chediak, Anthony Dod Mantle
Trilha Sonora: A.R. Rahman
Duração: 100 min.
Ano: 2010
País: EUA/ Reino Unido
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Fox Film
Estúdio: Cloud Eight Films / Darlow Smithson Productions / Pathé
Classificação: 16 anos


NOTA: 9,0


 FILME
LEGENDA

...
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

CISNE NEGRO

 Bravo Aronofsky!!!

Ao subir dos letreiros de "Cisne Negro" novo filme do diretor Darren Aronofsky (Requiem para um sonho,  π  e O Lutador) o que vi no rosto das pessoas foi uma mistura de vislumbre e fascínio diante da pequena obra-prima a qual  tinham acabado de assistir.
Assim como a maioria dos filmes de Aronofsky não vai haver meio termo: ou você ama ou você odeia. 
Eu fico com a primeira opção.
Então me vem mais uma vez a grande pergunta: O que foi que a mídia viu em "A Rede Social"? É um bom filme, Ok. 
Tem na direção ninguém menos que David Fincher, o homem responsável por no mínimo 3 clássicos conteporâneos do cinema. Ok.
Mas é só isso. Enfim...



Nina (Natalie Portman de Closer , V de Vingança - magnífíca - vencedora do Globo de Ouro e indicada ao oscar ) é uma perfeccionista bailarina que está prestes a assumir o posto de Beth (a sumida Wynona Ryder de Drácula de Bram Stoker), a primeira dançarina do grupo de balé e que está prestes a se aposentar.
Para Nina o posto de nova dançarina será o ápice da sua nova carreira, para Beth o triste fim de uma...

Com o recém conquistado posto de dançarina da companhia e com o desafio de dançar o Lago dos Cisnes de Tchaikovsky na sua estréia , Nina torna o seu perfeccionismo em uma obsessão, tendo ainda pela frente os problemas pessoais com sua mãe Erica (Barbara Hersey) , uma ex-bailarina que se lamenta por nunca ter ido tão longe em sua carreira depois que se tornou mãe e o perfeccionista e canastrão diretor da companhia Thomas (O Francês Vincet Cassel de Rios Vermelhos) .

Com a chegada de uma nova dançarina a companhia, Lilly (A linda Mila Kunis da bomba O Livro de Eli) Nina se ver ameaçada e irá transpor todos os limites físicos e psicológicos pelo seu papel, mas apesar disso as duas criarão uma estranha relação de amizade.




Nina é doce, tímida, pura e meiga assim como um de seus personagens: o Cisne branco, mas o diretor a julga incapaz de interpretar o outro personagem: O Cisne Negro que é completamente o oposto de Nina: sedutor, sensual e e extremamente sombrio assim como a sua nova amiga e adversária Lilly.


Os 2 personagens tem que ser interpretados pela mesma pessoa o que exige um alto grau de concentração e interpretação.
Nina possui a disciplina e a técnica, Lily possui a genuína e sedutora naturalidade.
Nina então tentará provar para o diretor que também pode interpretar o Cisne Negro e para isso descobrirá sentimentos e medos desconhecidos por ela o que toma contornos psicológicos irreversíveis, causando uma verdadeira e literal mutação "fisica e psicológica na personagem numa interpretação sensacional de Natalie Portman.

O Filme mistura muito bem o clima dramático com o suspense psicológico, misturando de maneira segura os gêneros, tudo isso envolto por um clima sombrio onde sonhos e realidade se misturam, deixando o público atônito e se perguntado o que é ficção e o que é realidade, lembrando por muitas vezes alguns filmes da fase áurea de Brian De Palma (como Vestida para Matar, Dublê de Corpo e Síndrome de Caim) , mestre nesse tipo de filme.



O Diretor Darren Aronofsky criou uma belíssima obra estética - a transformação da personagem de Cisne Branco no Cisne Negro é fabulosa e belissímamente fotografada e coreografada - com personagens muito bem construídos que com a sua direção beiram a realidade, e uma ótima trama psicológica que apesar de batida, nas suas mãos transformou-se numa obra unica, tensa e envolvente   em seu trabalho mais maduro.

O Filme foi indicado nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor para Darren Aronofsky, Melhor Atriz para Natalie Portman, Edição e Fotografia.

Bravo!!!





Título original: (Black Swan)
Lançamento: 2010 (EUA)
Direção:Darren Aronofsky
Elenco:Natalie Portman, Mila Kunis, Winona Ryder, Vincent Cassel.
duração: 103 min
gênero: Suspense
status: Em cartaz

NOTA ; 9,0 






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domingo, 6 de fevereiro de 2011

A ORIGEM


Nolan e sua mente brilhante...


"A Origem"(Inception) é simplesmente o melhor filme do Ano.
Arrisco dizer sem exageros que é um dos filme mais revolucionários do cinema desde Matrix, e tal feito só deveria vir da mente mais criativa surgida nos últimos 10 anos em Hollywood: o britânico Christopher Nolan. 
Nolan é responsável por filmes como o enigmático e inovador "Amnésia" (sua primeira grande aparição para o mundo cinematográfico) , antes ele já tinha dirigido o longa "Following", que passou despercebido do grande público. Logo depois veio o promissor "Insônia" e  o surpreendente "O Grande Truque" e claro, trouxe de volta "a vida" o  Cavaleiro das trevas no ótimo "Batman Beggins"  e no sensacional "Cavaleiro das Trevas".



O que para muitos seria o ápice do diretor se tornou apenas mais uma peça desse quebra cabeça fascinante criado por Nolan em parceria com seu irmão roteirista  Jonathan Nolan.
Cobb (Leonardo Di Caprio) é um especialista em roubar segredos do subconsciente das pessoas durante o estado do sono, estágio no qual a mente fica mais vulnerável. 
Algo que não é legitimamente legal e acaba se tornando uma fonte promissora de poder para as grandes corporações. 


Devido a um erro no passado quando a sua Esposa Mal  (Marion Cotillard) acabou morrendo Cobb torna-se um fugitivo e acaba impedido de ver seus filhos nos Estados Unidos, é quando ele recebe uma ousada proposta de Saito (Ken Watanabe) um empresário japonês , mas dessa vez, Cobb não vai roubar nenhum segredo, mas sim implantar um idéia na mente de Richard Fischer (Cililian Murphy) filho de Maurice Fischer (Pete Postlethwaite) e herdeiro de um grande império.


A Implantação consiste na idéia de que ele deve se desfazer de  todo o império do pai após a morte do mesmo. 
Para essa missão arriscada Cobb precisa da ajuda de sua equipe: O Batedor e armador , responsável por acordar a equipe do sonho é seu melhor amigo Artur (Joseph Gordon-Levvit de "Assassinos da estrada" e "500 Dias com ela"), a inexperiente e promissora arquiteta Ariadne (responsável pela "arquitetura física "do sonho - a excelente atriz canadense Ellen Page de Menina Má.com e Juno) e o forjador Eames ( responsável por se disfarçar nos sonhos - o ator britânico Tom Hardy de Rock an Rolla) além do quimico Yusuf (Dileep Rao), que formula sedativos poderosos para o grupo.





Com a morte do Maurice Fischer a equipe pega o mesmo vôo de seu filho e começa a grande corrida contra o tempo para implantar a idéia no seu subconsciente, fazendo com que ela seja disseminada em sua mente e quando, ao acordar não perceba que foi uma idéia implantada e aí vem o grande trunfo do filme: para que isso seja possível, terão que criar sonhos dentro de sonhos, e a cada camada dos sonhos que eles descem a missão se torna mais perigosa. 


Nos primeiros estágios do sonho, ao morrerem eles acordam, mas com os sedativos e as camadas dos sonhos, se morrerem ficarão presos no limbo durante intermináveis anos, além disso terão que enfrentar as defesas do subconsciente de Fischer que foi treinado para esse tipo de invasão.


O que vem a partir daí são efeitos espetaculares, um roteiro extremamente soberbo e uma história fascinante contada de maneira fantástica por Christopher Nolan, que mais uma vez foi esquecido pelo oscar na indicação de melhor diretor.


O Filme recebeu algumas indicações, entre elas  Melhor Filme, Roteiro Original, Direção de Arte, Fotografia, Trilha Sonora Original, Efeitos Visuais, Edição de Som e Melhor Mixagem de som. 
Convenhamos não é o filme com cara de oscar. Assim como no globo de Ouro o prêmio pode acabar indo pro queridinho da mídia e bem inferior 
"A Rede Social"  mas deve levar a maioria dos prêmios técnicos...
Esse foi  "A Origem" a união do que o cinema tem de melhor a oferecer em termos técnicos com  espírito do cinema independente e a criatividade de Nolan, que já nasceu fadado a se tornar um clássico.






Título original:Inception
gênero:Ficção Científica
duração:2 hr 28 min
ano de lançamento: 2010
estúdio: Warner Bros. Pictures e Legendary Pictures
distribuidora: Warner Bros.
direção: Christopher Nolan
roteiro: Christopher Nolan
produção: Christopher Nolan e Emma Thomas
música: Hans Zimmer
fotografia: Wally Pfister
direção de arte: Frank Walsh
figurino: Jeffrey Kurland
edição: Lee Smith
efeitos especiais:



NOTA: 10






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sábado, 29 de janeiro de 2011

AMEAÇA TERRORISTA

Um suspense psicológico de tirar o fôlego

Há Muito tempo não assistia um filme que me prendesse e surpreendesse tanto como esse "Ameaça Terrorista".
Achei esse filme por acaso e decidi assistir, achando estar em frente a mais um enlatado americano sobre terrorismo, ainda mais levando em conta que há muito tempo o velho Samuel L. Jackson não fazia algo que prestasse.

Como a seu lado no cartaz tinha a belíssima e ótima atriz canadense Carrie Anne Moss (Matrix e Amnésia) resolvi dar uma conferida e o que vi foi um filme forte, muito bem elaborado e com reviravoltas de deixar qualquer um de boca aberta.
Um thriller psicológico como há muito tempo não via...



Ao contrario da maioria dos filmes sobre terrorismo dessa vez o terrorista não vem de fora, mas é um cidadão americano : StefenYounger (O inglês Michel Sheen que interpretou Tony Blair  no filme  "A Rainha" - atuação sensacional) que se converteu ao islamismo,
( Unico ponto digamos, clichê do filme)  e armou 3 bombas nucleares em 3 diferentes cidades dos estados Unidos.

Depois de mandar um video para as autoridades americanas  ele vai até um shopping e espera a polícia prendê-lo, o que desperta desconfiança das autoridades.
Uma agente do FBI , Hellen (Carrie Ane Moss - também em uma atuação muito boa) é chamada para investigar e coordenar uma série de interrogatórios com possíveis pessoas ligadas ao terrorismo, quando um de seus agente vai até a casa de "H" (Samuel L. Jackson - numa atuação que há muito tempo não se via) um homem que misteriosamente não pode ser incomodado nem interrogado pela CIA.



Os dois acabam sendo chamados para interrogar Younger e terão que trabalhar juntos, mas os modos nada ortodoxos de trabalhar de H acabam causando conflitos entre eles e Hellen.
Hellen é o lado racional, já H o lado mais extremo do Emocional. Ele recebe a ordem de conseguir a verdade não importa como.


Apesar das torturas feitas pelo investigador H , Younger não cede e começa a manipular os seus torturadores, principalmente Hellen, o que fará que H use o que estiver a seu alcance para descobrir a verdade, mesmo que para isso seja necessário tomar atitudes extremas e inimagináveis ( O "Unthinkable" do título), até tirar a vida de pessoas inocentes.



O certo ou o errado não existe mais para ele, só interessa a verdade.
E aí vem as cenas mais fortes e surpreendentes do filme que fazem Jack Bauer parecer um pacifista.
O que está em jogo é a vida de milhares de pessoas, Opressores e Oprimidos se confundem numa trama que explora o lado obscuro da natureza humana,

Não há mocinhos ou bandidos, há somente o instinto de sobrevivência, e o motivo da luta contra o inimigo pode ser a sua própria ferramenta de ataque.
 O Diretor Gregor Jordan ( de Ned & Kelly e Os Informantes ) surpreende, com um filme direto, que coloca o dedo na ferida e não aponta culpados, apenas explora de maneira nua e crua a veracidade de uma guerra intolerável e extrema.
Esperava muita polêmica sobre esse filme devido as cenas de violência, tortura e discursos "religiosos" mas o filme passou totalmente despercebido da mídia e do grande público.
Um filme surpreendente que mesmo após o seu final (não menos surpreendente) não sairá de sua cabeça tão fácil...
NOTA: 8,5
 




FICHA TÉCNICA
Diretor: Gregor Jordan
Elenco: Samuel L. Jackson, Martin Donovan, Carrie-Anne Moss, Michael Sheen e Brandon Routh.
Duração: 97 min.
Ano: 2010
País: EUA
Gênero:Suspense, Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Imagem Filmes




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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

VENCEDORES DO GLOBO DE OURO 2011

Globo de Ouro 2011

Com quatro prêmios importantes: Melhor Filme - Drama, Melhor Diretor, Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora, o campeão de prêmios da crítica americana, A Rede Social, também foi o grande vencedor do Globo de Ouro, em 2011.
Minhas Mães e Meu Pai levou os esperados prêmios de Melhor Filme e Melhor Atriz (Annette Bening) na categoria Comédia ou Musical. O drama O Vencedor levou os prêmios de Coadjuvantes para Christian Bale e Melissa Leo.
Completando os vencedores na categoria de cinema, Minha Versão Para o Amor ficou com o prêmio de Melhor Ator em Comédia ou Musical, Toy Story 3  foi a Melhor Animação e a canção composta por Diane Warren para o filme Burlesque, You Haven't Seen the Last of Me, foi eleita a melhor da noite.
Nas categorias de TV, o destaque ficou o seriado musical Glee, vencedor pelo segundo ano consecutivo como Melhor Série de Comédia ou Musical. O seriado ainda deu os prêmios de coadjuvantes em TV para Jane Lynch e Chris Colfer.
A relação com todos os vencedores e indicados pode ser vista no site oficial da HFPA.

Melhor ator coadjuvante
Melhor ator coadjuvante
Christian Bale - “O vencedor” - VENCEDOR
Andrew Garfield - “A rede social”
Geoffrey Rush - “O discurso do rei”
Jeremy Renner - “Atração perigosa”
Michael Douglas - “Wall Street: o dinheiro nunca dorme”







Melhor atriz em série dramática
Julianna Margulies - "The good wife"
Piper Perabo - "Covert affairs"
Elisabeth Moss - "Mad men"
Katey Sagal - "Sons of anarchy" - VENCEDORA
 Kyra Sedgwic - "The closer"

Melhor minissérie ou filme de TV
"Carlos" - VENCEDOR
"The pacific"
"Pillars of the earth"
"Temple grandin "
"You don’t know Jack"

Melhor atriz em série dramática
Melhor ator coadjuvante em série, minissérie ou filme de TV
Eric Stonestreet - "Modern family"
Chris Colfer - "Glee" - VENCEDOR
Scott Caan - "Hawaii 5.0"
Chris Noth - "The good wife"
David Strathairn - "Temple grandin"

Melhor ator em série dramática
Michael C. Hall - "Dexter"
Bryan Cranston - "Breaking bad"
Jon Hamm - "Mad Men"
Hugh Laurie - "House"
Steve Buscemi - "Boardwalk empire" - VENCEDOR

Melhor série dramática

"Mad men"
"Boardwalk empire" - VENCEDOR
"Dexter"
"The good wife"
"The walking dead"

Canção original
“Bound to you” - “Burlesque”
“You haven’t seen the last of me” - “Burlesque” - VENCEDORA
“There’s a place for us” - “As crônicas de Narnia: a viagem do peregrino da alvorada”
“Coming home” - “Country strong”
“I see the light” - “Enrolados”

Trilha sonora original
 “127 horas”
 “O discurso do rei”
 “Alice no país das maravilhas”
“A rede social" - VENCEDORA
“A origem”

Melhor animação
“Meu malvado favorito”
“Enrolados”
“Como treinar o seu dragão”
“Toy story 3" - VENCEDORA
“O mágico”

Melhor atriz musical ou comédia
Anne Hathaway - “O amor e outras drogas”
Angelina Jolie - “O turista”
Annette Bening - “Minhas mães e meu pai” - VENCEDORA
Julianne Moore - “Minhas mães e meu pai”
Emma Stone - “A mentira”

Melhor ator em minissérie ou filme de TV
Idris Elba - "Luther"
Ian McShane - "Pillars of the earth"
Al Pacino - "You don't know Jack" - VENCEDOR
Dennis Quaid - "The special relantionship"
Edgar Ramirez - "Carlos

Melhor atriz em minissérie ou filme de TV
Hailey Atwell - "Pillars of the earth"
Claire Danes - "Temple grandin" - VENCEDORA
Judi Dench - "Return to Cranford"
Romola Garai - "Emma"
Jenifer Love Hewitt, "The client list"

Melhor roteiro
Danny Boyle e Simon Beaufoy - “127 hours”
Stuart Blumberg e Lisa Cholodenko - "Minhas mães e meu pai"
Christopher Nolan - “A origem”
David Seidler - “O discurso do rei”
Aaron Sorkin - “A rede social” - VENCEDOR



Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou filme para TV
Hope Davis, "A miraculous year"
Jane Lynch, por "Glee" - VENCEDORA
Kelly Macdonald, "Boardwalk empire"
Julia Stiles, por "Dexter"
Sofia Vergara, por "Modern family"

Melhor filme estrangeiro
“Biutiful” (México)
“The concert” (França)
“The edge” (Rússia)
“I am love” (Itália)

Melhor ator em série dramática
“In a better world” (Dinamarca) - VENCEDOR

Melhor atriz em série cômica ou musical
Tony Colette - "The united states of Tara"
Edie Falco - "Nurse Jackie"
Tina Fey - "30 rock"
Laura Linney - "The big C" - VENCEDORA
Lea Michele" - "Glee"

Melhor ator em série cômica ou musical
Alec Baldwin - "30 rock"
Steve Carell - "The office"
Jim Parsons - "The big bang theory" - VENCEDOR
Thomas Jane - "Hung"
Matthew Morrison - "Glee"

Melhor atriz coadjuvante
Amy Adams - “O vencedor”
Helena Boham Carter - “O discurso do rei”
Melissa Leo - “O vencedor” - VENCEDORA
Mila Kunis - “Cisne negro”
Jacki Weaver - “Animal kingdom”

Melhor Diretor - David Fincher
Katie Holmes
Melhor diretor
Darren Arronofsky - “Cisne negro”
David Fincher - “A rede social” - VENCEDOR
Tom Hooper - “O discurso do rei”
Christopher Nolan - “A origem”
David O. Russell - O vencedor”

Melhor série cômica ou musical
"Glee" - VENCEDOR
"30 rock"
"The big bang theory"
"Modern family"
"Nurse Jackie"
"The big C"

Melhor ator musical ou comédia
Johnny Depp - “O turista”
Johnny Depp - “Alice no País das Maravilhas”
Paul Giamatti - “Barney’s version” - VENCEDOR
Jake Gyllenhaal - “O amor e outras drogas”
Kevin Spacey - “Casino Jack”

Melhor atriz de drama
Halle Berry - “Frankie and Alice”
Nicole Kidman - “Rabbit hole”
Natalie Portman - “Cisne negro” - VENCEDORA
Michelle Williams - “Blue valentine”
Jennifer Lawrence - “Inverno da alma”

Melhor filme musical ou comédia
“Burlesque”
“O turista”
“Minhas mães e meu pai” - VENCEDOR
“Red – Aposentados e perigosos”
“Alice no País das Maravilhas”

A Rede Social - Melhor Filme
Melhor ator de drama
Jesse eisenberg - “A rede social”
Colin Firth - “O discurso do rei” - VENCEDOR
Jame Franco - “127 horas”
Ryan Gosling - “Blue Valentine”
Mark Wahlberg - “O vencedor”

Melhor filme drama
“O cisne negro”
“O vencedor”
“A rede social” - VENCEDOR
“O discurso do rei”
“A origem”
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