segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

VENCEDORES DO GLOBO DE OURO 2011

Globo de Ouro 2011

Com quatro prêmios importantes: Melhor Filme - Drama, Melhor Diretor, Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora, o campeão de prêmios da crítica americana, A Rede Social, também foi o grande vencedor do Globo de Ouro, em 2011.
Minhas Mães e Meu Pai levou os esperados prêmios de Melhor Filme e Melhor Atriz (Annette Bening) na categoria Comédia ou Musical. O drama O Vencedor levou os prêmios de Coadjuvantes para Christian Bale e Melissa Leo.
Completando os vencedores na categoria de cinema, Minha Versão Para o Amor ficou com o prêmio de Melhor Ator em Comédia ou Musical, Toy Story 3  foi a Melhor Animação e a canção composta por Diane Warren para o filme Burlesque, You Haven't Seen the Last of Me, foi eleita a melhor da noite.
Nas categorias de TV, o destaque ficou o seriado musical Glee, vencedor pelo segundo ano consecutivo como Melhor Série de Comédia ou Musical. O seriado ainda deu os prêmios de coadjuvantes em TV para Jane Lynch e Chris Colfer.
A relação com todos os vencedores e indicados pode ser vista no site oficial da HFPA.

Melhor ator coadjuvante
Melhor ator coadjuvante
Christian Bale - “O vencedor” - VENCEDOR
Andrew Garfield - “A rede social”
Geoffrey Rush - “O discurso do rei”
Jeremy Renner - “Atração perigosa”
Michael Douglas - “Wall Street: o dinheiro nunca dorme”







Melhor atriz em série dramática
Julianna Margulies - "The good wife"
Piper Perabo - "Covert affairs"
Elisabeth Moss - "Mad men"
Katey Sagal - "Sons of anarchy" - VENCEDORA
 Kyra Sedgwic - "The closer"

Melhor minissérie ou filme de TV
"Carlos" - VENCEDOR
"The pacific"
"Pillars of the earth"
"Temple grandin "
"You don’t know Jack"

Melhor atriz em série dramática
Melhor ator coadjuvante em série, minissérie ou filme de TV
Eric Stonestreet - "Modern family"
Chris Colfer - "Glee" - VENCEDOR
Scott Caan - "Hawaii 5.0"
Chris Noth - "The good wife"
David Strathairn - "Temple grandin"

Melhor ator em série dramática
Michael C. Hall - "Dexter"
Bryan Cranston - "Breaking bad"
Jon Hamm - "Mad Men"
Hugh Laurie - "House"
Steve Buscemi - "Boardwalk empire" - VENCEDOR

Melhor série dramática

"Mad men"
"Boardwalk empire" - VENCEDOR
"Dexter"
"The good wife"
"The walking dead"

Canção original
“Bound to you” - “Burlesque”
“You haven’t seen the last of me” - “Burlesque” - VENCEDORA
“There’s a place for us” - “As crônicas de Narnia: a viagem do peregrino da alvorada”
“Coming home” - “Country strong”
“I see the light” - “Enrolados”

Trilha sonora original
 “127 horas”
 “O discurso do rei”
 “Alice no país das maravilhas”
“A rede social" - VENCEDORA
“A origem”

Melhor animação
“Meu malvado favorito”
“Enrolados”
“Como treinar o seu dragão”
“Toy story 3" - VENCEDORA
“O mágico”

Melhor atriz musical ou comédia
Anne Hathaway - “O amor e outras drogas”
Angelina Jolie - “O turista”
Annette Bening - “Minhas mães e meu pai” - VENCEDORA
Julianne Moore - “Minhas mães e meu pai”
Emma Stone - “A mentira”

Melhor ator em minissérie ou filme de TV
Idris Elba - "Luther"
Ian McShane - "Pillars of the earth"
Al Pacino - "You don't know Jack" - VENCEDOR
Dennis Quaid - "The special relantionship"
Edgar Ramirez - "Carlos

Melhor atriz em minissérie ou filme de TV
Hailey Atwell - "Pillars of the earth"
Claire Danes - "Temple grandin" - VENCEDORA
Judi Dench - "Return to Cranford"
Romola Garai - "Emma"
Jenifer Love Hewitt, "The client list"

Melhor roteiro
Danny Boyle e Simon Beaufoy - “127 hours”
Stuart Blumberg e Lisa Cholodenko - "Minhas mães e meu pai"
Christopher Nolan - “A origem”
David Seidler - “O discurso do rei”
Aaron Sorkin - “A rede social” - VENCEDOR



Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou filme para TV
Hope Davis, "A miraculous year"
Jane Lynch, por "Glee" - VENCEDORA
Kelly Macdonald, "Boardwalk empire"
Julia Stiles, por "Dexter"
Sofia Vergara, por "Modern family"

Melhor filme estrangeiro
“Biutiful” (México)
“The concert” (França)
“The edge” (Rússia)
“I am love” (Itália)

Melhor ator em série dramática
“In a better world” (Dinamarca) - VENCEDOR

Melhor atriz em série cômica ou musical
Tony Colette - "The united states of Tara"
Edie Falco - "Nurse Jackie"
Tina Fey - "30 rock"
Laura Linney - "The big C" - VENCEDORA
Lea Michele" - "Glee"

Melhor ator em série cômica ou musical
Alec Baldwin - "30 rock"
Steve Carell - "The office"
Jim Parsons - "The big bang theory" - VENCEDOR
Thomas Jane - "Hung"
Matthew Morrison - "Glee"

Melhor atriz coadjuvante
Amy Adams - “O vencedor”
Helena Boham Carter - “O discurso do rei”
Melissa Leo - “O vencedor” - VENCEDORA
Mila Kunis - “Cisne negro”
Jacki Weaver - “Animal kingdom”

Melhor Diretor - David Fincher
Katie Holmes
Melhor diretor
Darren Arronofsky - “Cisne negro”
David Fincher - “A rede social” - VENCEDOR
Tom Hooper - “O discurso do rei”
Christopher Nolan - “A origem”
David O. Russell - O vencedor”

Melhor série cômica ou musical
"Glee" - VENCEDOR
"30 rock"
"The big bang theory"
"Modern family"
"Nurse Jackie"
"The big C"

Melhor ator musical ou comédia
Johnny Depp - “O turista”
Johnny Depp - “Alice no País das Maravilhas”
Paul Giamatti - “Barney’s version” - VENCEDOR
Jake Gyllenhaal - “O amor e outras drogas”
Kevin Spacey - “Casino Jack”

Melhor atriz de drama
Halle Berry - “Frankie and Alice”
Nicole Kidman - “Rabbit hole”
Natalie Portman - “Cisne negro” - VENCEDORA
Michelle Williams - “Blue valentine”
Jennifer Lawrence - “Inverno da alma”

Melhor filme musical ou comédia
“Burlesque”
“O turista”
“Minhas mães e meu pai” - VENCEDOR
“Red – Aposentados e perigosos”
“Alice no País das Maravilhas”

A Rede Social - Melhor Filme
Melhor ator de drama
Jesse eisenberg - “A rede social”
Colin Firth - “O discurso do rei” - VENCEDOR
Jame Franco - “127 horas”
Ryan Gosling - “Blue Valentine”
Mark Wahlberg - “O vencedor”

Melhor filme drama
“O cisne negro”
“O vencedor”
“A rede social” - VENCEDOR
“O discurso do rei”
“A origem”
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sábado, 8 de janeiro de 2011

ENTREVISTA DENZEL WASHINGTON

Denzel fala sobre sua nova parceria com Tony Scott: Incontrolável

Entrevista para o Site Omelete
Em Incontrolável (Unstoppable), a quinta parceria do cineasta Tony Scott com Denzel Washington, depois de Maré Vermelha, Chamas da Vingança, Déjà Vu e O Sequestro do Metrô 1 2 3, o astro divide espaço com o ator em ascensão Chris Pine, o Capitão Kirk, para tentar parar um trem desgovernado.

Washington conversou com nosso correspondente em Los Angeles, Steve Weintraub, editor do Collider, sobre essa predileção por Tony Scott, sobre outros projetos, a Comic-Con e, por que não, os filmes que deram o que falar em 2010. Assista ao vídeo abaixo ou leia a transcrição, em seguida:




Denzel Washington: Qual foi o melhor filme da Comic-Con este ano?

Essa é uma boa pergunta, na verdade... Sobre o que você ouviu falar? Quanta atenção você presta no que acontece... Quanta atenção você presta nesses grandes filmes nerds?

O que eu tenho que assistir, que minha mulher acabou de ver, é A Rede Social.

Ah, sim.









É. Eu tenho que ver, pesquisei e sei sobre Mark [Zuckerberg], o que eles fizeram, o dinheiro e essas coisas. Eu tenho que ver esse filme.

Acho que Tron - O Legado foi um dos grandes.

Tron - O Legado...

Sim. Com Jeff Bridges.

Ah, sim! Eu ouvi falar.

Exatamente. Foi um dos grandes. Mas agora a Comic-Con também é sobre televisão, é sobre tudo. Seu filme estava lá.

Sim, sim.

Você gostou dessa experiência?

Com certeza. Fiquei morrendo de medo... Um ano eu vou com a minha fantasia. Colocar uma máscara, sabe? Ninguém vai saber que sou eu, vou poder andar por aí.



Vários atores colocam fantasias para poderem andar e serem anônimos no meio das pessoas.

É verdade? Legal.

É verdade. Deixe eu perguntar: os filmes de quadrinhos parecem estar crescendo cada vez mais, estão mais populares que nunca. Tem algo nesse gênero que chama sua atenção para fazer algo assim?

Acho que... Filmes de quadrinhos e até a Comic-Con agora... São o que os quadrinhos eram 40, 50 anos atrás, sabe? Aquela mesma aventura, a mesma emoção... Eu tenho um grande amigo, Dawn Paul, que tinha essa coleção gigante de quadrinhos. Ele vivia naquele mundo, cara. Ele começava a ler e saía deste mundo. Acho que agora, com as tecnologias... Os quadrinhos estão bombando.

Você já trabalhou com Tony Scott várias vezes. Como é a sua relação com ele antes de um projeto começar? Ele te chama e diz sobre o que está pensando fazer ou você que chega com o projeto?

Na verdade depende. Desta vez fui eu que trouxe o projeto para ele. Depende. Nunca se sabe. Mas as últimas quatro vezes ele que veio até mim.







Para mim o estilo dele é muito visível. Você sabe quando é um filme de Tony Scott. Este filme parece diferente comparado aos seus outros com ele. Você notou isso ou ainda acha que tem...

Não sei porque aconteceria isso, talvez ele... Sei lá. Eu não sei. Mas temos esse trem monstruoso que fará todo o trabalho. Você não tem que... mexer muito a câmera, não sei. Essa é uma pergunta para ele. Não sei o que ele estava pensando. Mas parece ter a mesma energia e tensão.



Ah, sim, com certeza. Tenho que perguntar: você é ligado... Muitas pessoas me seguem no Twitter e me deram várias perguntas, mas estou ficando sem tempo. Mas muitas pessoas querem saber em que nível está Safe House.

Filmaremos ano que vem.

E quem está coadjuvando com você neste filme?

É... Ryan Reynolds.

Legal. Quero perguntar também: há muitos rumores sobre você em The Butler, de Lee Daniels. Isso está no seu cronograma ou é apenas um talvez?

A única coisa no meu cronograma agora é Safe House.

Certo. Último pergunta sobre projetos futuros: E The Matarese Circle? Ainda é alguma coisa?

A única coisa no meu cronograma... Eu nem sei se ainda vão fazer esse filme.



Certo. Tenho que encerrar com você, então vou parar aqui. Muito obrigado pelo seu tempo. E espero poder te ver em um filme baseado em uma HQ.

Incontrolável estreia no Brasil em 7 de janeiro.
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domingo, 19 de dezembro de 2010

DEXTER - 5ª TEMPORADA

A quase Decepcionante 5ª Temporada...


Dexter chegou ao final da sua 5ª Temporada dividindo os fãs.
Não que a 5ª temporada tenha sido uma temporada ruim, mas com certeza foi a menos corajosa pelo simples fato de muito ter-se prometido e pouco ter-se cumprido, uma falha crucial numa série que sempre teve como ponto forte a ousadia e a coragem de seus criadores.






Vimos no Final da 4ª Temporada um dos pontos mais fortes e surpreendentes de toda a série quando Dexter (Michael C. hall)  encontra sua Esposa Rita (Julie Benz) Morta na banheira pelo Serial Killer Trinity (John Lightgow).
A Polícia encontra Dexter com seu filho pequeno nas mãos ensaguentado e dizendo: "Fui eu", despertando  ainda mais a desconfiança do Detetive Quinn ( Desmond Harrington).




Esperávamos um grande jogo de gato e rato no melhor estilo da 2ª Temporada como foi com o Detetive James Doakes e o que vimos foi um Dexter mais soft, mais uma vez encontrando alguém que o viu como ele realmente e não como o monstro (assim como na 2ª temporada) e o vilão mais fraco de todas as temporadas...

As temporadas anteriores já davam indícios que teríamos um Dexter cada vez mais humano, provando de sentimentos como remorso e culpa como nunca tínhamos visto.  A Sensação que temos é que Dexter vai desabar a qualquer momento, só conseguindo um certo equilíbrio quando faz aquilo que sabe fazer de melhor: matar.



Numa dessas matanças Dexter encontra Boyd
 Flower, um homem que mata mulheres e as colocam em barris com formol, é quando encontra Lumen Pierce ( Julia Styles - aquela mesmo de "10 Coisas que odeio em Você" - surpreendendo) , a única vítima a escapar com vida de Boyd Flower e acaba testemunhando o assassinato.

Dexter mais uma vez quebra o seu código cuidando de Lumen, até descobrir que outras pessoas faziam partes das sessões de torturas e mortes com Boyd Flower, entre eles uma grande personalidade da auto ajuda Jordan Chase (Jonny Lee Miller - o ex de Angelina Jolie)
Dexter ver em Lumen a chance de fazer o que não pode fazer por Rita e parte atrás dos assassinos.
 Assim como na 3ª Temporada Dexter ganha um parceiro (a) para seu ritual de assassinato e mesmo com pouco tempo da morte de Rita , Dexter acaba se envolvendo com Lumen num dos poucos momentos singelos da série.



 O que era pra ser o grande trunfo da 5ª temporada que seria Dexter mais uma vez tentando fugir do foco dos assassinatos e do assassinato de sua mulher  acaba ficando de lado.
Somente no último capítulo A sua irmã Debra chega perto de desmascará-lo.

O Final eletrizante da 4ª deu lugar a um final feliz, com todos reunidos a beira do mar comemorando o aniversário do filho de Dexter e um Adeus a Lumen que talvez volte na 6º temporada, já confirmada pela Showtime devido aos grandes números da audiência...



A série esse ano foi indicada ao Emmy nos Prêmios:  Melhor Série de TV, Drama,  Melhor Ator em Série de Drama - Michael C. Hall, Melhor elenco em Série de Drama e Melhor Trilha sonora de Série Dramática ou Comica


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ENTREVISTA MICHAEL C. HALL (DEXTER)


Michael C. Hall fala sobre as novas surpresas de Dexter

Dexter é um dos Destaques da Semana porque estreia nesta segunda na RedeTV!, com o início da exibição da primeira temporada da série. Para comemorar a chegada do assassino serial de assassinos seriais à TV aberta, nós publicamos agora uma entrevista feita pelos nossos parceiros do Collider para a divulgação da quinta temporada, atualmente sendo exibida nos Estados Unidos. Nela, o protagonista Michael C. Hall fala sobre acontecimentos do final do quarto ano da série, dá dicas do que vem pela frente e fala da sua luta contra o câncer.

Leia a seguir, mas saiba que há SPOILERS, caso você esteja assistindo à série pelo canal pago FX (com uma temporada de atraso) ou vá começar agora na RedeTV!, onde será exibido às segundas-feiras, às 22h50.

Com o Dexter, você criou o anti-herói perfeito. Ele é o assassino que todos amam e por quem todos torcem. Como você se sente em relação a isso, pessoalmente?

    Michael C. Hall: Eu não perco noites de sono pela possibilidade de estar promovendo assassinatos seriais por causa do meu trabalho. A série é, inegavelmente, algo com que você consegue se identificar. Sim, ele está matando pessoas. Mas a maioria das pessoas que mora em uma grande cidade fica presa no trânsito e já sente esse impulso. Tenho orgulho da série. Quando ouço comentários desse tipo, nem me preocupo que as pessoas que assistem vão levar a sério. Sinto que a série é mais uma discussão sobre a natureza da moral e de nosso lado negro. Se eu ouço um comentário desses quando estou no recinto, apenas sorrio, concordo com a cabeça e digo, "Eu sei. Espero que isso ajude a diminuir sua raiva, e que você assista à série e que ela seja terapêutica".

Quando você fechou contrato para estrelar a série, você achava que a história teria um arco tão longo?

    Toda vez que você entra para um projeto e se empolga com ele, você cria esperanças, mas eu não estava contando com isso. Eu achava que, caso a série encontrasse seu público-alvo, que ele não seria tão amplo.

A quinta temporada será uma nova história de origem?

    Quando vimos o que aconteceu com Dexter no fim da primeira temporada, descobrimos que ele era uma criança inocente que assistiu à morte de sua mãe. Agora, Dexter volta para casa e encontra o filho na mesma situação, mas Dexter não é mais inocente. A culpa também é dele, pelo menos em parte, devido à sua demora para matar Trinity.

Como você compara essa culpa à da segunda temporada, depois que ele mata o próprio irmão?

    Acho que, apesar de ter sido tão pesada, essa morte foi pragmática. Tinha que acontecer. Ele escolheu entre aquele cara e a irmã, então foi uma situação muito diferente. Acho que ficam feridas profundas cada vez que Dexter mata alguém, mas acho que elas não aparecem como remorso.

Como as pessoas reagiram ao final da quarta temporada?

    As reações foram variadas. Alguns ficaram traumatizados, horrorizados, perplexos, empolgados, entraram em parafuso ou em estado de adrenalina. Foram coisas bem diferentes para pessoas diferentes.

Como isso impacta no que está acontecendo na quinta temporada?

    Nós temos que retomar e nos responsabilizarmos pelo desmoronamento real de toda a estrutura do mundo do Dexter.

Os enteados do Dexter o culpam pela morte da Rita?

    Eles estão lidando com o luto. Astor está enfrentando uma frustração geral no relacionamento com seu próprio pai e também com Dexter, já que não têm um pai por perto. Ela está de saco cheio e sente que Dexter prometeu que tudo ficaria bem e que protegeria sua mãe, e ele não fez isso.

Como é interpretar Dexter como um pai solteiro?

    Tudo que aconteceu depois da primeira temporada era território novo para ele. E o fato de ele ser um pai agora faz parte disso, com certeza. O pai que ele foi na quarta temporada é diferente do pai que ele tentará ser na quinta, já que agora ele está sozinho. Eu não sei. Acho que a série funciona porque tem um potencial de identificação iminente. Ele é um personagem extremo, no meio de várias situações cotidianas.

Dexter e seu filho
Como Dexter lida com o remorso? Ele sente?

    Acho que já sublimou. Não sei se ele tem consciência disso. E mesmo assim, eu acho que muitas das coisas que ele faz e deixa de fazer - no começo e durante a quinta temporada -, são motivadas por um sentimento de remorso mais profundo, do qual ele ainda não tem consciência. Eu acho que o que ele quer é ficar sozinho.

Existe alguém no departamento em que Dexter trabalha que, em um momento de fraqueza, ele poderia confiar?

    A resposta curta seria "não", mas Dexter aprecia oportunidades de se revelar de um jeito dissimulado e dizer coisas que são verdadeiras, em certo nível. Mas não, acho que não. Eu com certeza espero que não.

Você está empolgado para ver o Dexter namorando de novo, em algum momento do futuro?

    Acho que essa palavra nem está no vocabulário dele, nesse momento. Acho que ele não está procurando isso. Tenho certeza que Dexter se envolverá em relacionamentos, mas não acho que ele esteja buscando alguém significativo.

Na quinta temporada, Dexter vai confrontar a ideia de que ele tem emoções?


    Não sei se é bem um confronto, mas o surgimento de alguma coisa. Mas acho que podemos esperar que ele continue loucamente frio e que continue matando pessoas. Essa é corda bamba que preciso trilhar.

Você diria que já entende bem esse personagem agora?

    Ele é ardiloso, evasivo. Essa é a parte boa desse trabalho: nunca é tedioso. Ele continua evoluindo e mudando. Foi além de qualquer expectativa que eu tinha no começo. Estou muito feliz com o lugar em que estamos agora, a história que estamos contando agora e o momento do personagem.

Dexter parece menos contido nesta quinta temporada. Como foi explorar esse lado mais selvagem dos assassinatos?

    Foi divertido.

Vocês exploraram de maneira mais aprofundada o lado psicológico dele ficar selvagem daquele jeito?

    Sim. Acho que aquele lugar na consciência dele sempre existiu na minha imaginação. Acho que só foi a primeira vez que chegamos lá.

Quando você leu o roteiro do final da quarta temporada pela primeira vez e descobriu o que aconteceria com a Rita, como você achava que Dexter ia reagir?

    Enquanto eu conscientemente sabia que esse seria o rumo das coisas, eu realmente tentei lidar com todas as situações que levariam ao final sem esse conhecimento anterior, e decidi que daria esse passo quando a situação se revelasse. Mas o que é interessante dessa ideia de pagar pelos pecados é que Dexter é forçado, pelo roteiro, a trilhar um caminho desconhecido e inesperado. Existe uma vontade de abordar seu sentimento de culpa, remorso ou necessidade de pagar por seus pecados, que ele talvez nem reconheça conscientemente. As circunstâncias da vida dele manifestam uma oportunidade para isso, de um jeito que ele não tinha imaginado.

Ele receberá mais conselhos de Harry?

    Acho que a relação dele com Harry com certeza se tornará mais dinâmica nesta temporada. Eles não são bem adversários. Essa relação evolui cada vez que eu e James [Remar] fazemos uma cena, e tem sido assim, especialmente na última vez em que vimos Harry e Dexter na cela da cadeia, no fim da quarta temporada. Tinha uma coisa interessante ali, e acho que tentamos construir a partir disso.

Na Comic-Con deste ano, teve um momento em que os fãs realmente reconheceram como era bom te ver ali e te ver saudável. Você poderia falar sobre aquele momento e como foi?

    Foi muito gratificante. Quando eu descobri que estava doente, achava que não ia contar para ninguém. Coincidiu com nossa pausa nas gravações, então achei que conseguiria simplesmente terminar o tratamento. Mas chegou um momento em que fez muito sentido contar a todos que eu estava passando por isso. A sensação coletiva de desejos positivos, carinho e preocupação que eu senti, genuinamente, foi um grande incentivo. Me ajudou muito a superar a terceira parte do tratamento. Sou muito grato e me sinto muito sortudo de que minha doença era algo tratável.

Foi importante voltar a trabalhar logo depois do tratamento?

    Me sinto muito grato de ter conseguido voltar, com certeza.

Como você está se sentindo agora?

    Ótimo, me sinto bem. O câncer entrou em remissão completa, durante o tratamento. Terminei o tratamento há quatro meses, então me sinto muito bem.

Matar ainda continua satisfazendo Dexter da mesma maneira?

    Essa é uma boa pergunta. Fique ligado para saber a resposta.
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

MUITA CALMA NESSA HORA

Felipe Jofilly foge do cinema autoral do seu primeiro filme...

"Muita Calma Nessa hora" é uma comédia escrita por Bruno Mazzeo e dirigida por Felipe Joffily. Para quem achou o sobrenome conhecido ele é primo de José Joffily, diretor dos longas "2 perdidos numa noite suja" e  "Quem Matou pixote?", no qual estagiou.
Esse é o seu segundo longa metragem, o primeiro foi o bom "Odiquê" de 2006 que passou totalmente despercebido do público.

Nesse seu segundo longa Felipe Jofilly decide investir na comédia (e na participação de vários comediantes de peso).
O filme tem a participação de Marcelo Adnet, Banana mecânica (Ex Hermes & Renato), Sérgio Malandro, Heloisa Périssé, Leandro Hassum, Luíz Miranda, Lúcio Mauro Filho ( E o Pai) entre outros...

 

Em "Odiquê", eram 3 jovens de classe média que queriam passar o carnaval na Bahia e para levantar uma grana se envolviam em alguns roubos e sequestros.
Em "Muita Calma Nessa Hora" (mais um título exótico,  não tanto quanto o primeiro - talvez marca do diretor) saem os 3 rapazes e entram as 3 beldades: Aninha (Fernanda Souza - Muito bem, mas se repetindo no papel Bonita mais burrinha) Mari (Gianne Albertoni - Linda e nada mais que isso) e Tita (Andréia Horta - A mais desconhecida das três , porém roubando a cena).

Tita está prestes a se casar quando encontra o noivo (Bruno Mazzeo) num rala e rola com a estonteante Ellen Roche. 
Com uma casa já alugada em Búzios para a lua-de-mel e o futuro casamento desfeito Tita decide partir para lá  com as amigas em busca de diversão e novas aventuras. 
No meio do caminho encontram Estrella (Debora Lamm , muito boa) uma hippie que vai para búzios para encontrar o pai que nunca conheceu. 
  




O filme rende muitas risadas em situações hilariantes, com bons diálogos. Destaques para Marcelo Adnet como um playboyzinho fanático por computadores e equipamentos eletrônicos, Luiz Miranda (como sempre ótimo) como uma espécie de Drag Queen e Lúcio Mário Filho como um típico chicleteiro (Símbolo da geração desmiolada nacional)

Muitos vão achar que assim como em "Odiquê" o filme é só uma amostra desnecessária de jovens fúteis de classe média curtindo a vida sem limites, mas é aqui vem mais uma marca do diretor, que  mostra a sua maneira o retrato de uma geração que assim como as que se passaram, curtem a vida sem limites, regadas a festas, sexo, drogas e bebidas, mas diferente das outras, totalmente desprovidas de ideologia e conceitos, tendo a diversão e a futilidade como unicas regras.

"Muita calma nessa hora" é uma típica comédia de verão: Leve, bem humorada e totalmente descompromissada com um elenco de humoristas de primeiro time que apesar da sensação de confusão e de estar faltando algo, tenta cumprir o seu papel: fazer rir...


NOTA : 5, 5



 



Muita calma Nessa Hora (2010)
• Direção: Felipe Joffily
• Roteiro: Bruno Mazzeo, João Avelino, Rosana Ferrão
• Gênero: Comédia
• Origem: Brasil
• Duração: 92 minutos
• Tipo: Longa-metragem
Elenco: Andréia Horta, Débora Lamm, Fernanda Souza, Gianne Albertoni, Laura Cardoso, Lúcio Mauro, Louise Cardoso, Marcelo Tas, Ellen Rocche, Bruno Mazzeo, Hermes e Renato, Lúcio Mauro Filho, Leandro Hassum, Maria Clara Gueiros.

























































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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

ATIVIDADE PARANORMAL 2


Um terror sem Sustos...

Assistindo Atividade Paranormal 2 me senti no filme de Terror "A Hora do Pesadelo" do grande Freddy Kruegger.
Não porque o filme era assustador ou tinha muitos sustos (longe disso) , mas sim porque passei o filme todo lutando para não dormir...

Num mundo movido por quantias cada vez mais exorbitantes de dinheiro e efeitos especiais, de tempos em tempos, principalmente nos sub gêneros terror/suspense, surge um filme (na sua maioria de baixo orçamento) que dão uma reviravolta geral na cena, atraindo todas as atenções para si, devido a forma inovadora e criativa em que foram feitos.

Foi assim nos anos 60 com "A Noite dos Mortos vivos" , nos anos 70 Com "Haloween", e "O Exorcista" , nos anos 80 com  "A Morte do Demônio"(Evil Dead)  e com Jason em "Sexta Feira 13" e nos anos 90 com "Pânico" e "A Bluxa de Blair" (esse último inspiração máxima para Atividade paranormal") e mais recentemente com a franquia  "Jogos Mortais".

Mas o que a príncipio parecia ser um olhar confiante para o futuro se torna um trem desgovernado de clones malfeitos e sem graça.
 "Pânico"  deu origem a vários suspenses teen como "Eu sei o que vocês fizeram no verão passado" ou  "Lenda Urbana" de jovens sendo perseguidos por um assassino.
 "A Bluxa de Blair" deu origem a maneira mais documental do terror como no Espanhol "Rec" ou no suspense "Mar Aberto".
"Jogos Mortais" por sua vez deu vazão a parte mais masoquista e sangrenta de se fazer terror.
Claro que nenhuma das cópias chegam aos pés dos originais.




"Atividade Paranormal 2" se passa em 2006 antes dos acontecimentos do primeiro filme. 
Katie (Katie Featherston - filha da presidente na 7ª Temporada de 24 Horas) e sua família chegam de uma viagem e vêm que a casa foi invadida, mas que nada de valor foi  levado somente o colar de sua irmã. 
Acreditando se tratar de um ato de vandalismo Katie e seu marido Daniel decidem colocar camêras de segurança por toda a casa para se sentirem mais protegidos.
Durante a noite fatos estranhos começam a acontecer. 
A Empregada Martinez tenta alertar os patrões sobre a presença de espíritos malignos  e acaba sendo demitida quando é encontrada benzendo a casa.
Os fatos estranhos continuam a acontecer. 
Primeiro com Katie e depois com sua enteada Ali.
No inicio Ali acredita que pode ser o espírito da sua falecida mãe tentando se comunicar, mas depois pesquisando, descobre que quando uma pessoa faz pacto com o diabo a promessa é que o primeiro filho homem é o sacrifício e o seu irmão Hunter é o primeiro filho homem  e da família.


Daniel a princípo mostra-se cético diante da situação, mas após deparar-se com o comportamento estrando da mulher e assitir ao vídeo dela sendo arrastada por espíritos para o porão, resolve chamar Martinez para ajudá-lo a expuslar os espíritos da casa.
 A maneira documental de "Atividade paranormal 2" não ajuda em nada no filme, que tem um roteiro fraco e pouquíssimos sustos. 

Algumas das cenas que a principio eram para ser assustadoras causaram risos no cinema
O Filme teve um orçamento de 3 milhões de dólares, e liderou a bilheteria nos Estados Unidos no fim de semana faturando 41,5 milhões de dólares, (No Brasil felizmente perdeu para "Tropa de Elite 2") ou seja, se prepare que deve vir continuação de mais essa franquia enlatada americana.
O desfecho do filme consegue ser tão ridículo quanto o resto. No Final ficou a sensação que o filme não passou apenas de uma pegadinha daquelas que quem caiu não viu a mínima graça...

 Nota ; 3,5

 


FICHA TÉCNICA 
Título original:Paranormal Activity 2 
Gênero:Suspense 
Duração:01 hs 31 min 
Ano de lançamento:2010 
Siteoficial:http://www.atividadeparanormal2.com.br 
Estúdio:Paramount Pictures 
Distribuidora:Paramount Pictures (EUA) | Paramount Pictures (Brasil) 
Direção: Tod Williams 
Roteiro:Michael R. Perry, baseado nos personagens criados por Oren Pel 
Pprodução:Oren Peli e Jason Blum


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